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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Antígona e a coragem


Uma amiga, Cris, deu-me recentemente um livrinho chamado Antígona, escrito por Sóflocles, um grego que viveu em aproximadamente 420 antes de Cristo.

Este livro faz parte de uma trilogia sobre a mitologia grega e descreve a vida do Rei Édipo e aqueles com os quais conviveu. A estória de Édipo virou mito e complexo na psicanálise e se tornou conhecida popularmente através da novela Mandala da Globo (aquela em que Vera Fisher e Felipe Camargo viveram um amor proibido de mãe e filho e também se apaixonaram na vida real).

Na Mitologia, Jocasta e o Rei Édipo tiveram 4 filhos, 2 homens e 2 mulheres, sendo Antígona uma delas. Quando Édipo é deposto pelos seus 2 filhos, Antígona é a única que acompanha o antigo Rei ao exílio e somente após sua morte retorna a Tebas onde encontra seus dois irmãos brigando pelo trono. Em um duelo ambos morrem e o tio de Antígona, Creonte, assume o trono.

É neste ponto que se inicia o livro Antígona.

O primeiro decreto de Creonte concede enterro e honras fúnebres a um dos irmãos e proibe a qualquer pessoa de enterrar ou prantear ou cumprir os ritos no caso do outro irmão, a quem considera traidor. A pena pela desobediência é a morte imediata.

Antígona o cobre com pó em um enterro simbólico enquanto o prantea. Descoberta no ato, não nega e diz que obedece à uma lei mais antiga e maior do que a lei dos homens: a lei divina. E que por isto não se considera culpada.

Creonte a condena à morte, mas sendo seu filho o noivo de Antígona e enfrentando sua revolta e também um crescente murmúrio da população à favor da jovem, muda a pena para encarceramento em uma câmara até sua morte.

Assim feito, uma série de previsões assustadoras convencem o tirano Creonte da insensatez de seus atos e decide enterrar ele mesmo o morto e libertar Antígona antes que seja tarde, mas já o é: ao abrirem a câmara a encontram e a seu filho mortos. A rainha ao saber da morte do filho, suicida-se também.

...

O que me pegou nesta estorinha foi a coragem de Antígona, pois penso que sou feita deste mesmo material. Que por amor ou por um ideal, se estivesse convicta de ser o correto, faria qualquer coisa, ainda que o preço fosse a morte.

E você? Arriscaria sua vida por amor, por ideal, por dinheiro? :D



1 comentários:

Paulo N. disse...

gregos, sinonimo para incesto?

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