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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

domingo, 16 de agosto de 2009

49) Lua de Mel


ESTE POST POSSUI CONTEÚDO ADULTO E IMPRÓPRIO PARA MENORES DE IDADE. SE VOCÊ NÃO TEM 18 ANOS, POR FAVOR NÃO LEIA.

Conduzi o barco até um ponto distante da praia. Desliguei o motor e após certificar-me de que estava tudo correto e seguro, fui até a cozinha. Peguei o champanhe que deixara gelando em um balde de gelo, duas taças e caminhei até o quarto. No caminho, passando pela sala de estar, liguei o aparelho de som onde já deixara os CDs que queria como nossa trilha sonora nesta noite, começando com os Noturnos de Chopin.

Maise não estava lá. Deixei a bandeja em uma mesinha e enchi as duas taças. Ainda estava com a roupa do casamento e embora fosse de algodão claro, o dia estava quente. Estava ligando o ar condicionado quando ouvi um ruído às minhas costas.

- Oh! Querida, você está deslumbrante! – Tive que limpar a garganta para conseguir produzir sons, de tão seca ficou ao vê-la em uma camisola pérola translúcida. Ela parecia um pouco acanhada, o que me divertiu, pois fora despudorada quando ainda não estávamos casados e tentou seduzir-me com outra peça sensual. Aproximei-me lentamente saboreando cada centímetro do que via e ofereci-lhe uma das taças.

- Beba, querida. Vai refrescar e acalmar. Antes um brinde. Ao nosso amor, que ele seja sempre maior e continue superando toda e qualquer dificuldade.

Ela brindou e tomou um gole, ainda calada e um tanto trêmula. Peguei a taça de sua mão e depositei ambas na mesa. Peguei em suas mãos e caminhei até a beirada da cama onde sentei-me com ela ao colo.

- O que foi, minha amada? Está com vergonha de seu marido?

- Só um pouco nervosa. Desculpe. – Ela disse com os olhos abaixados.

- Olhe para mim. – Ergui seu rosto com a mão em seu queixo. – Sou eu, pequena. O mesmo Adriel que dormiu ao seu lado todas as últimas noites, o mesmo bobo apaixonado capaz de qualquer loucura por você. Não precisa ter nenhum receio e se não quiser não precisamos fazer nada hoje. – Dei-lhe um beijo suave para reforçar as palavras. Ela retribuiu timidamente.

Olhei em seus olhos para ter certeza de que aquilo era um sim e depois a beijei novamente, ainda de forma delicada só um pouco mais longamente. Ela entreabriu os lábios encorajando-me e fui um pouco mais intenso, enquanto minhas mãos acariciavam suas costas por sob o tecido leve. Ela aproximou-se mais ao mesmo tempo em que começou a corresponder efetivamente ao beijo.

Recostei-a nos travesseiros enquanto meus lábios saiam de sua boca e percorriam a linha de seu maxilar em direção ao pescoço. Ela gemeu baixinho quando mordisquei sua orelha, instigando-me a ousar e minhas mãos aproximaram-se da fita que prendia a camisola na altura dos seios, desatando o laço.

Quando fez menção de levar as mãos a eles, segurei-as impedindo e beijei-a até que gemesse. Afastei-me levemente, com uma das mãos acariciando sua nuca e olhei-a. Sua boca estava rosada de meus beijos, as bochechas quentes e os olhos brilhantes. Maise estava linda, assim, com o desejo por mim refletido na face e senti-me orgulhoso por saber que era minha esposa.

Afastei-me um pouco e deslizei as alças da camisola pelos seus ombros, expondo seus seios, embevecido com a perfeição que se ia revelando. Abaixei a peça até sua cintura e ela ergueu-se para que a tirasse completamente pelos seus pés, ficando apenas com uma minúscula e delicada calcinha rendada.

Sem tirar os olhos de seu corpo, ainda ajoelhado aos seus pés, tirei minha camisa e logo após as sandálias e a calça, ficando apenas com minha sunga branca. Ela olhava-me parecendo esquecida da timidez anterior e quando sentei ao seu lado, tocou meu peito com uma mão, enquanto com a outra puxou-me para si. Sorri satisfeito e antes de atendê-la dei um pequeno beijo em seu seio, arrancando um gemido de prazer.

Abracei-a bem firme, olhei-a com todo carinho que sentia e disse:

- Eu te amo, minha rainha, minha pequena, minha deusa. Você é todo meu mundo.

- Adriel, meu amor. Quero ser tua, completamente.

Agradecia agora ao meu poder excepcional de autocontrole. Sem ele certamente não teria conseguido controlar-me e continuar sendo gentil e suave após esta frase. Beijamo-nos intensamente, com nossos corpos nus totalmente colados, sentindo a pele um do outro pela primeira vez. O erotismo do momento adensara o ar, tornando nossa respiração difícil e pesada.

Toquei um dos seios bem levemente com a ponta dos dedos, sentindo sua pele arrepiar com o contato, enquanto sua boca pausava o beijo para engolir ar. Aproveitei para descer ao seio, percorrendo devagar o caminho com beijos e mordidas leves. Maise gemia baixinho, com as mãos em meus ombros, mas quando abocanhei um deles ela arfou, falando meu nome.

Voltei à sua boca e beijou-me voraz. Minhas mãos continuavam em seus seios e mamilos totalmente excitados e quando desci sugando-os, meus dedos iniciaram a exploração de sua barriga e cintura já igualmente sensíveis.

Maise ondulava os quadris em meio à respiração irregular e gemidos cada vez mais urgentes. Meus lábios acompanharam meus dedos e chegando ao minúsculo triângulo de renda, puxei-o gentilmente para baixo com os dentes.

Afastei-me para concluir a tarefa com as mãos e assim poder vê-la em toda sua nudez.

- Você é linda, linda, linda, querida. E é minha. – Beijei-a comovido com a intensidade do amor que sentia por vê-la assim neste momento.

- Adriel, amor. – Ela parecia implorar por satisfação, mas ainda era cedo. Tinha receio de machucá-la e queria certificar-me de que estava pronta.

Quando meus dedos tocaram sua feminilidade e senti a profusão da umidade soube que estava mais do que preparada, mas fui invadido pelo desejo de provar seu gosto além do cheiro que sentia adocicado a envolver-me. Quando minha boca tocou o centro de seu prazer e senti o sabor levemente salgado de seu prazer fui possuído pelo desejo de mais e mais e mais e beijei e suguei até que ela explodisse em um gozo farto e longo que sorvi até senti-la extenuada.

Tirei minha sunga antes de deitar-me a seu lado, tocando com carinho a sua face afogueada. Ela beijou-me ainda com desejo e tocou-me com cuidado. Afastei suas mãos instantes após. Meu desejo estava no máximo e não suportaria mais.

Afastei suas pernas e posicionei-me com cuidado sobre ela. Quando penetrei, retesou-se por um instante e fiquei imóvel para que seu corpo acostumasse com minha presença e beijei-a até que senti que voltava a relaxar. Comecei a movimentar-me devagar dentro dela sem deixar sua boca e acariciando seus seios com uma mão.

Quando vi que estava totalmente excitada com os movimentos e sem dor, toquei com o dedo um ponto de sua testa para expandir sua consciência. O corpo era pequeno demais para a imensidão de amor que eu sentia e somente o universo era grande o suficiente neste momento.

Senti sua alma expandindo além do corpo. Continuei amando-a com meu corpo ao mesmo tempo em que abraçava seu espírito.

- Adriel, o quê...

- Psiu. Não fale, amor, apenas sinta.

Nós dois estávamos agora simultaneamente em dois planos. Na matéria éramos corpos sensíveis movendo-se em uníssono, no extrafísico éramos gigantes e expandimo-nos pelas estrelas, integrados ao todo e conectados um ao outro por infinitos pontos de luz.

Agora podíamos sentir os sentimentos do outro. Deixei fluir, por todos os pontos de ligação, o amor por ela. Queria que visse o quanto era maravilhoso e perfeito. Ela retornou, emocionada, com seu próprio amor e senti-o iluminar e aquecer cada minúscula fração do que eu era.

Na Terra nossos corpos refletiam esta permuta de sentimentos com movimentos cada vez mais rápidos e intensos, culminando em explosivo e intenso orgasmo simultâneo.

O impacto do prazer fez-nos voltar e precisamos de alguns segundos inertes para ajustar-nos novamente à matéria.

Recobrei-me primeiro e ela estava largada, com os olhos fechados e sorrindo.

- Alô. Tudo bem com você? – Perguntei, soprando em seu rosto para refrescá-lo.

- Uau!!! E pensar que fez-nos esperar todo este tempo para sentir isto! – Ela riu, ainda com os olhos fechados. Ri também, embevecido com a felicidade no rosto de minha mulher.


Expansão de consciência: "Na Expansão de Consciência, nossa mente transcende os limites do espaço, do tempo e da causalidade linear." Continue lendo e saiba mais aqui.

Texto registrado no Literar.

Imagem da net, infelizmente perdi a fonte.

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