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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

50) Fim



Estávamos sentados no convés apreciando o nascer do sol na Baia dos Porcos, em Fernando de Noronha. Na realidade, nem tínhamos dormido ainda. Nossas noites andavam um tanto quanto agitadas. Adriel não precisava dormir e quando eu sucumbia, ele dirigia o barco ou ia a terra comprar mantimentos.

Durante os períodos do dia em que estava acordada, nadávamos, percorríamos as cidades e vilas que encontrávamos pelo caminho e conhecíamos praias de beleza ímpar. Eu estava apaixonada pelo nordeste brasileiro e achava cada cidade ou recanto mais bonito que o outro. Agora mesmo, passamos mais tempo do que o programado em Fernando de Noronha porque me apaixonara de tal forma pelo arquipélago que não queria ir embora e quase fui seduzida pela idéia de morarmos ali indefinidamente.

Adriel com seu bom senso lembrou-me de Etera, de seu trabalho no complexo e de tudo para o que necessitávamos voltar e contentei-me com alguns dias a mais aqui. Não queria pensar na volta neste momento. Sabia que teríamos muito que fazer por lá. Eu tinha Etera, a questão do reino, o treinamento das fadas para assumir minha potencialidade etérica, Elros a ser decifrado, o preconceito contra os Gnomos para diluir e se possível extinguir e tantas outras questões que nem conseguia enumerar ainda. Adriel também teria muito a fazer com o reforço de segurança ao complexo, o treinamento de defesa do Povo Encantado, o demônio Yzar a ser vencido e, o mais importante de tudo: a busca da cura para seu problema de alteração genética.

Mas, agora todos estes problemas eram tão distantes quanto os sonhos. A realidade consistia em amar o anjo que era só meu.

- Porque este sorriso? Em que está pensando? – Ele indagou curioso.

- Estava pensando em um café da manhã vagaroso no quarto, com chantilly, morangos e você, mas o que estava falando mesmo sobre navegar rápido e chegar logo a Natal?

- Nada importante, querida.

Adriel e eu fomos aos risos para o quarto. Ele não resistia à menor de minhas provocações e eu bem que gostava deste seu jeito de homem fácil que se deixava usar e abusar. E usava e abusava à vontade e com gosto.


Fim



Texto registrado no Literar.

Primeira imagem daqui.

Segunda imagem daqui.

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