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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Análise: Sonic the Hedgehog 4: Episode 1


Análise: Sonic the Hedgehog 4: Episode 1: "

O bom filho a casa retorna.


A Sega foi muito clara nas intenções quando lançou Sonic the Hedgehog, o ouriço azul super sónico que ficou para sempre cravado na memória colectiva de legiões de jogadores e simpatizantes. Sonic não era apenas um competidor no género das plataformas, vingava na conjugação de plataformas com velocidade ritmo e fluidez, essencialmente sobre como atravessar do ponto A ao ponto B com estilo. Dos movimentos mais entronizados como saltos para plataformas, ataques sobre criaturas robóticas, mas também mecanismos que catapultavam Sonic e tornavam o processo de progressão em cada nível como se de uma prova de 100 metros obstáculos se tratasse, Sonic era único, pelo menos a Sega assim o deixou estar durante algum tempo, e com sucesso, a tal ponto que a personagem chegou a colorir o Williams F1 em 1993.

Antes da passagem para as três dimensões cada exercício de remodelação do original cumpria as expectativas, mas a marcha triunfante cedeu a corda na passagem para o 3D. Perdeu-se a noção de equilíbrio, saiu de cena o ambiente adequado à personagem e reinventaram a jogabilidade, o que significou um avolumar de problemas. A personagem integrava um ambiente que não lhe dava margem de progressão, pelo menos como tínhamos conhecido. O estilo e a execução simples perderam-se.

Muitos anos passaram e todas as tentativas para reciclar a série só conseguiram despertar ainda mais a contestação dos fãs. Dando sinais de impotência para a evolução da série – pelo menos da forma desejada -, a Sega optou, desta vez, por simplificar a tarefa, voltando às origens, aos típicos e coloridos ambientes em 2D, com uma apresentação arrojada fruto do HD, ao mesmo tempo que retocaram o ouriço, mostrando firmeza na recuperação.


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Análise da Eurogamer

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Esta análise está muito boa e sei de alguém que vai amar este Sonic, além de meu filho menor. rs

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