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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Enslaved: Pós-crítica, continuação do enredo e conclusão


O game Enslaved já havia conquistado uma legião de fãs muito antes de seu lançamento, tudo isso por causa de um trabalho impecável da Ninja Theory, com gráficos lindos e uma história que prometia ser um show à parte. A nós, pobres gamers, só nos cabe conferir e dar um veredicto final se o game cumpre ou não a sua proposta.

Logo nos primeiros capítulos Enslaved já nos situa em meio à uma história alucinante, onde Mionkey tem que ajudar Trip a chegar em sua casa em segurança, caso contrário ele morrerá, até aí tudo bem, todo mundo já conhece essa parte da história. O que não sabia é que no meio do jogo essa história sofreria uma tremenda reviravolta...

---------------O texto abaixo contém Spoilers---------------


No meu texto anterior descrevi os primeiros capítulos do jogo, o desenrolar do relacionamento entre os dois, etc. Ontem finalizei o game, com aproximadamente 15 horas e posso dizer com certeza: Enslaved consegue cumprir muito bem o seu papel sendo um jogo que ficará na memória por um bom tempo.

Depois da minha fuga alucinante do Cão Robô, sigo mais algumas telas sem grandes problemas até chegar em uma parte que tenho de lutar contra o “bichinho”.

Derrotá-lo não é difícil, mas exige concentração e controle absoluto! Ao derrotá-lo a primeira vez seguimos para o lar de Trip. Chegando lá, temos que passar por um local com várias pontes que são controladas por painéis espalhados pela fase. Aqui, é preciso ajustar bem os comandos dos dois personagens para conseguir avançar, nada muito complicado. Chegando ao topo do “vilarejo” descobrimos a triste verdade: NÃO HÁ MAIS NINGUÉM ALI... Trip entra em desespero e sai desenfreada enquanto Monkey tenta resgatar a moça.

Quando os dois se reúnem novamente, Trip se lembra que há um local onde as pessoas poderiam estar escondidas, corremos para lá e somos novamente assaltados pelo Cão Robô, aqui é só ficar atento, pois tem um local onde o bicho não vai atrás de você, uma falha na parede, é só se esconder ali e atirar para desorientar o bitelo e depois atacá-los com golpes corpo-à-corpo.

Finalmente entramos no abrigo e também não encontramos ninguém, só uma mensagem do pai de Trip. A moça entra novamente em desespero e pede para Monkey ajudá-la à encontrar um amigo de seu pai que pode ajudá-los à salvar os humanos que foram aprisionados pelas máquinas. Monkey, que terá que ficar aprisionado por mais um tempo, decide ajudá-la (como se ele tivesse escolha, lol). E juntos eles encontram Pigsy, o amigo do pai de Trip, os três então, bolam um assalto à uma espécie de base submarina , que na verdade é um robô gigante, eles conseguem acionar todos os mecanismos e botam o bicho para funcionar, avançando diretamente sobre o território inimigo, destruindo as massas de robôs inimigos. Muito legal essa fase: animações incríveis, robôs escorpiões gigantes, sangues-sugas mecanizadas, hehehehe. Muito boa a fase, as coisas acontecem em um ritmo frenético, impossível parar de jogar depois desse ponto, hehe. Depois dessa fase alucinante, temos um epílogo maravilhoso, que se inicia após o sacrifício de Pigsy para Monkey e Trip liberarem os escravos.

Dentro da grande pirâmide, nossos heróis descobrem um ser que manipula todos os escravos, Trip e Monkey então ouvem a explicação de que a intenção do homem por trás de tudo isso não é de escravização e sim, de manter as pessoas a salvo desse mundo de destruição. Monkey então, sede a tentação e coloca a máscara, fazendo Trip tomar uma atitude desesperada e liberta não só Monkey, mas todos os outros escravos, deixando o jogo em aberto para uma continuação, quem sabe?!?!

---------------Fim dos Spoilers---------------

Mas a questão que fica, depois que terminamos o game é: O que é melhor? Viver num mundo ilusório perfeito ou encarar a realidade de um mundo devastado onde todos os dias são uma luta pela sobrevivência?

O que acham? Quem terminou o game, o que achou? Será que teremos um Enslaved II?

Façam suas apostas....

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