terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Uncharted 3: novo gameplay e minha experiência com Uncharted 2 e Mass Effect 2



Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=KdWe-5E34PA

Aqui está o novo trailer que foi liberado hoje e mostrado agora a pouco pela Eurogamer.

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Neste final de semana baixei e joguei as demos de Uncharted 2 e Mass Effect 2. Depois de tanto ver trailers e elogios, queria conferir com meus próprios olhos e dedos.

Infelizmente não fui muito além de alguns poucos passos em ambas as demos.

Em Uncharted 2 até consegui sobreviver à um jipe que perseguia-me atirando, corri ao mesmo tempo em que revidava os tiros e acabei chegando a outro lugar, mas precisava atirar nos inimigos, mirar, etc...

Devo confessar que sou péssima para mira. Morri umas tantas vezes e acabei desistindo.

Definitivamente não é meu estilo de jogo, por melhor e mais brilhante que possa ser.



Fui para Mass Effect 2. Putz! Mais tiro!

O começo é eletrizante, mas não sei que foi que fiz de errado que acabei presa em um lugar onde nada ocorria e não tinha como sair. Meu tempo era pouco e acabei não retornando.

Estou com o jogo em casa e quando puder tentarei de novo, só por desencargo de consciência.

...


Estive tentando entender porque só gosto de jRPGs e acho que cheguei a algumas conclusões:

Existem jogos maravilhosos que adoraria jogar, mas que nunca jogarei e tiro sem mira automática está nesta lista.

Não sei se é o caso de Mass Effect, mas se for, está riscado também.

Independente de ter ou não mira automática, outra coisa que faz-me fugir de alguns jogos é sua temática.

Não sinto realmente nenhum tesão especial em ficar atirando ou matando um monte de gente, ou ao menos, parecidos com gente. Sou contra a guerra, abomino violência.

Eu gosto de fantasia, de castelos, de príncipes e princesas, de dragões e monstros que existem apenas em nossa imaginação.

Isto é o que me atrai, porque jogo para fantasiar, para sair da realidade.

Junta personagens muito semelhantes a seres humanos + tiros + violência = estou fora.

RoF tem tiros, mas a mira é automática e os monstros não são humanos. Nem os bosses humanóides são humanos. Quero dizer, não remetem à realidade, de tão surreais são.

É por isto que disse no banner que espero muitos jRPGs no futuro, porque é de jRPG que gosto, em tudo: sistema de batalha, cenários, personagens e temáticas.

Continuarei testando todos os wRPGs que parecerem interessantes com a esperança de um dia encontrar algum que cative tanto quanto os jRPGs, mas por enquanto, continuo com os japoneses.

O que não quer dizer, ressalto, que wRPGs não possam ser excepcionalmente bons em tudo e até mesmo suplantem os japoneses em quantidade e qualidade de títulos AAA. Infelizmente.

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