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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Eu joguei 10 minutos de Ni no Kuni e fiquei querendo mais

Não é muito diferente de ler um romance de Haruki Murakami ou assistir a um filme de Hayao Miyazaki. Jogar Ni no Kuni é quase como entrar em um sonho.

O que faz sentido, porque Ni no Kuni se passa, na maior parte do tempo, em um mundo de sonhos. É um lugar fascinante conjurado pela equipe do estúdio Ghibli, a empresa de animação por trás de longas como Meu Amigo Totoro e A Viagem de Chihiro.

Apesar de não ter conseguido jogar muito desse RPG de PlayStation 3 durante a E3, passei cerca de dez minutos dentro de Hamelin, uma cidade infestada de porcos.

Trata-se de um lugar magnífico, uma cidade com prédios gigantes e cheia de vida. Mas também é perigoso – do que eu pude ver na demo, o protagonista Oliver e seu grupo estavam tentando entrar no palácio local sem serem pegos pelos inúmeros guardas suínos de lá.

Se você jogou algum dos outros jogos do estúdio Level-5, como Dragon Quest VIII, você provavelmente sabe que eles têm uma veia piadista recorrente. Essas piadas são às vezes bacanas, às vezes, irritantes. E aparecem com força total em Ni no Kuni.

Dentre alguns exemplos estão um porco lutador chamado “Boarrior” (um cruzamento de “boar”, javali, com “warrior”, guerreiro) e um ataque de água chamado “Splish Splash”.




Os personagens também falam com as tradicionais esquisitices comuns em jogos da empresa. Há sotaques e dialetos estranhos espalhados em cada balão de conversa. Um homem-gato, por exemplo, pode substituir seus “pers” por “purrs”, criando pérolas como “purrfection” ou “purrety” (em vez de “perfection” e “pretty”, como se estivesse imitando o som de um gato de verdade). Sinta-se à vontade para torcer o nariz para isso.

Ainda assim, eu estou bem empolgado para jogar esse RPG. O combate é uma espécie de mistura entre Dragon Quest e Pokémon. Há o sistema tradicional de batalhas em turnos, completo com feitiços e fraquezas elementais, e há os monstros aliados: cada personagem tem dois parceiros que podem ser chamados para ajudar no meio das batalhas.

Depois que Oliver e sua equipe (uma garota chama Esther e um homem mais velho, Swaine) exploram a cidade por algum tempo, eles encontram uma procissão de guardas-porcos que parecem estar escoltando um príncipe. Isso eventualmente leva a uma batalha contra um chefe-máquina que é fraco contra ataques de vento. E, para a minha sorte, existem muitos ataques de vento à disposição.

A demo acabou assim que derrubei o chefe, e eu já queria jogar mais. Infelizmente vamos todos ter que esperar até 22 de janeiro de 2013 (ou seja: eternamente) para colocar as mãos no jogo, exclusivo de PlayStation 3.

Para resumir: Dragon Quest + Pokémon + Studio Ghbili = Ni no Kuni. Fórmula interessante, não?


Fonte


Opinião: Quero muito jogar, pena que vou ter que esperar até Janeiro de 2013. 

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