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 Grupo da Itinerante no WhatsApp

Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

sábado, 3 de novembro de 2012

Games ensinam a tomar decisão e resolver problema; vídeo traz palestra da especialista em jogos Samara Werner

Apesar de ainda não serem muito compreendidos por alguns pais e educadores, os games ajudam estudantes a desenvolver habilidades relacionadas à tomada de decisões, entendimento de regras, capacidade de resolução de problemas, raciocínio rápido, estratégia, antecipação e perseverança. A especialista em jogos educativos inovadores, Samara Werner, defendeu as vantagens dos games no processo de aprendizagem durante a Série de Diálogos o Futuro se Aprende sobre Tecnologias na Educação, promovida pelo Instituto Inspirare, Porvir e pela Fundação Telefônica Vivo.

Formada em engenharia eletrônica, com experiência em desenvolvimento de softwares, Samara direcionou sua carreira para a área de educação. Hoje é diretora executiva da Tamboro, empresa que desenvolve soluções educativas inovadoras por meio de games. Defensora da escola, Samara acredita que é possível aprimorar a educação com o uso das tecnologias. “A escola é o espaço que universalizamos. A questão é como vamos reconfigurar essa escola com os atores que já existem nela, para que ela possa dar resultados melhores”,  diz.


Samara cita pesquisas publicadas recentemente em matéria do jornal O Globo que concluem que 35 milhões de brasileiros jogam na rede. “Ou seja, 20% da população brasileira tem hábito de jogar”. Segundo ela, os games habitam principalmente o universo dos mais jovens e têm um poder de mobilização, encantamento e envolvimento. Utilizados no universo educacional, podem ser muito úteis, tanto para o estudante quanto para o educador.

A especialista assegura que, em contraposição ao sistema de ensino tradicional, os jogos têm foco não somente no conteúdo a ser transmitido, mas também no desenvolvimento de outras habilidades. “Quando um aluno toma decisões na escola para sua trajetória? Ou ela já vem posta? No jogo, a cada segundo são colocados novos desafios e é necessário tomar decisões muito rapidamente, o que exige raciocínio lógico, estratégia e antecipação”, afirma. Os estudantes também passam a entender regras. “Seguir instruções parece chato, mas no jogo não é. Todos os games têm regras e os alunos as seguem com muita vontade”, completa. Os games também despertam o desejo de  “conquistar todos os níveis”, ou seja, continuar aprendendo, ao invés de simplesmente passar na prova.

Já para o professor, as plataformas oferecem estatísticas de desempenho dos alunos, suas dificuldades e habilidades diferenciadas. Isso também favorece a tão desejada personalização da aprendizagem, que tem sido amplamente discutida por especialistas em educação. “O jogo tem a personalização na sua essência”, avalia Samara. A experiência de cada jogador é diferente e traduz o nível de aprendizagem e desenvolvimento de cada um.

Confira os detalhes dessa palestra do vídeo abaixo:



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