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Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

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Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

DmC: Devil May Cry muda a cara da franquia sem perder a qualidade

DmC: Devil May Cry marca uma reformulação na franquia que nasceu no PS2. Entregue aos estúdios Ninja Theory – responsáveis por Heavenly Sword – o jogo chega de cara nova, agradando em muitos elementos e decepcionando em alguns outros.

DmC: Devil May Cry - Um novo Dante


A trama de DmC: Devil May Cry traz um Dante mais jovem e com uma generosidade fora do comum. Diante de um mundo onde os humanos são enganados por demônios, cabe ao anti-herói iniciar uma jornada para defendê-los da manipulação demoníaca.
Por mais que pareça surreal, o enredo convence e se desenrola de uma maneira admirável. Há muito mais diálogos do que em qualquer outro game da franquia, o mesmo vale para a quantidade de personagem, sejam eles aiados ou inimigos de Dante.
E sobre o protagonista, a aparência pode ter mudado, mas ele ainda continua com o tradicional sarcarsmo. Não só nos diálogos, mas também em atitudes, Dante prova que se algo ainda prevalece na série, é a sua personalidade.

Muitas armas, Inúmeras habilidades e uma esquiva que funciona

As grandes mudanças no game começam pela jogabilidade. Dante nunca teve uma variedade tão grande de armas e movimentos. Espadas, foices e até luvas são exemplos do que o herói pode manipular durante toda a aventura. E a forma com que elas são aplicadas aos comandos agrada ainda mais. Dessa vez, nada de abrir o menu e selecionar uma arma, uma combinação de botões é o suficiente para executar um comando, o que gera uma variedade de combos incrível.

A evolução das armas é outro ponto positivo do game. Essa mecânica se mantém quase intacta em todos os capítulos da franquia e permanece agradando em DmC. A variedade de habilidades também chama a atenção. A extensa lista de movimentos deixa o jogador indeciso sobre o que evoluir primeiro. Ainda bem que o game permite retirar pontos utilizados e recolocá-los em outras habilidades.

A movimentação de Dante também está mais ágil. A esquiva, que sempre prejudicou mais do que ajudou, está mais eficiente do que nunca e acaba sendo a melhor forma de sobreviver no jogo. E ainda sobre movimentos, em muitos momentos o game vira uma espécie de Prince of Persia, no qual é preciso sincronizar saltos entre plataformas.

Visual encantador

O trabalho visual aplicado em DmC: Devil May Cry é de tirar o chapéu. Ao contrário do clima gótico dos três primeiros jogos da franquia, o novo título conta com uma combinação de cores que deixam o jogo mais agradável e que contribuem ainda mais – positivamente ou não – para mudar a cara da franquia. Mesmo assim, ainda é possível notar uma falta de capricho com os detalhes. Muitos cenários parecem repetitivos e elementos externos não são tão bem trabalhados.

Infelizmente, o visual mais robusto acarretou em um declínio na movimentação do jogo. Se durante toda sua história os games da série rodaram a 60 frames por segundo, dessa vez é preciso suportar apenas 30. Se por um lado a beleza pode encantar, esse declínio decepciona os fãs mais antigos e afeta bastante a jogabilidade.

O visual de Dante, que tanto foi alvo de críticas, até combina com o estilo mais jovem do personagem. Os inimigos, apesar de repetitivos, também mostram suas formas bizarras de uma maneira que contribui para o clima do jogo e os chefes continuam sendo uma atração à parte graças as suas formas gigantescas e medonhas.



Conclusão

DmC: Devil May Cry assusta no início, mas após algumas horas já é possível sorrir novamente. Mesmo que o game não rode mais a 60 frames por segundo e conte com inimigos e cenários repetitivos, as melhorias no combate e o belo visual superam estes pequenos problemas.



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