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Amigos, este blog está em pausa, se momentânea ou eternamente não sei ainda. Vai depender de aparecer um game que me instigue a fazer novas postagens.

Mas eu e meus amigos continuamos na ativa, conversando muito sobre games e nerdices em nosso grupo no WhatsApp.

Este post é só para convidá-los a se juntar a nós. Para falar dos Finais Fantasys, Zelda, Pokemon, Dragon Quest, Persona ou de qualquer outro game ou tema que queira. Sempre tem alguém que joga, já jogou ou quer jogar. rs

Agora que praticamente todos já terminaram o Final Fantasy XV nós estamos comentando livremente a história, mas se alguém que ainda não finalizou entrar é só pedir que interrompemos os spoilers.

Então, caso queira se juntar a nós, basta clicar na imagem.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

(FF XV) Capítulo 2 - Parte 1: ganhando as duas primeiras armas dos antigos reis

Parte 1 - Prairie Outpost

Abra a imagem em uma nova guia para usar o zoom e ver maior.

É difícil parar para escrever sobre meu jogo. Eu sempre quero continuar jogando, mas se não escrevo logo, acabo esquecendo porque é tanta coisa, mas tanta!

São 358 sidequests opcionais. Não tem a menor condição de falar sobre cada uma delas. E também não vejo necessidade. O mapa de XV é extremamente fácil e intuitivo. Basta selecionar a missão que o mapa indicará onde está o alvo. 

Outro problema é a questão da tradução em Português. Se por um lado é uma maravilha (por quantos anos não desejamos isto?), por outro é uma complicação, porque meu guia está em inglês e não tenho condições de traduzir tudo: nomes de quests, de itens, acessórios, armas, etc... Desta forma, quem quiser saber sobre algum item ou quest, pode mudar o idioma para inglês (Botão opções, opções e idioma), ver o nome em inglês e depois voltar para Português ou ainda, pode jogar o nome em português ou inglês no tradutor e ver o resultado.

***

Eu chego no posto e recebo a orientação de falar com a Monica, para prosseguir com a estória. Mas antes, eu queria fazer algumas outras coisas, uma delas era encontrar a Couerl para pegar seus bigodes e completar a quest do Cid e atualizar minha Lâmina Parasita para level 2, O guia indicava que ela pode ser encontrada ao norte do posto e dei umas zanzadas por lá, sem encontrá-la. Acabei pegando mais uma quest do Dave, daquelas de recuperar tags perdidas.

Eu fui fazendo tudo que apareceu na minha frente e é muita quest. Tenho aqui anotado que fiz uma quest do Takka, uma da Cindy, uma do Mistério no Papel, uma de resgate, uma do Dave e uma do Dino, antes de seguir até as quests da história: Mas, sinceramente, não lembro mais como foi. Lembro apenas que andei, andei, andei. 

Quando não tive mais o que fazer, fui para as quests da história. Primeiro falo com Monica e sigo para a primeira tumba, onde encontro Coru e recebo a primeira arma dos reis, Swords of the Wise e a incumbência de procurar pelas demais. Sigo para a próxima tumba, Keycatrice Trench:

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Estou ao mesmo tempo apreensiva e animada com esta minha primeira tumba. Os meninos caminham devagar e se sobressaltam com os ruídos, ajudando a criar um clima. Mas é meio decepcionante porque só enfrento uma aranha gigante que nem é assim tudo isso. E assim pego minha segunda arma dos reis, Axe of the Conqueror e estou pronta para a parte 2 da história.

Estas armas dos reis são mais fortes do que as normais, porém tiram vida ao serem utilizadas. Desta forma, parecem meio inúteis, por enquanto.

Estou usando ainda a arma que encontrei no Cap. 1, parte 1, a Brennaere e a Masamune. Queria completar o upgrade de algumas armas com o Cid, mas não encontrei nenhum dos itens que ele solicitou ainda.

As armas que estão à venda não me animaram a gastar meu rico dinheirinho, de forma que vou seguindo com o que tenho mesmo.

Abri novos slots para acessórios através da Ascenção e isto já melhorou um pouco minha vida. Ainda estou esperando o post do Bruno sobre a Ascenção para usar mais pontos. Não me sinto particularmente inspirada a nada ou praticamente nada ali. Tudo parece esquisito, estranho. Acho que Ascenção não deixará saudades, nem vai marcar época.


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